segunda-feira, 2 de novembro de 2009




Primeiro de novembro é lembrado, no mundo cristão, como o Dia de Todos os Santos. Esta celebração está associada a mistérios, com diferentes versões. Há o Halloween anglo-saxônico, celebrado em 31 de outubro, que perdeu o sentido religioso inicial. Há também coloridas festividades para cultuar os mortos nos dias 1 e 2 de novembro no México. A escolha da data coincide com ritos pagãos dos celtas.

No Brasil, nos últimos anos, vem ganhando terreno a comemoração do Dia do Saci, em 31 de outubro, para valorizar a cultura de raízes do Brasil. No Estado de São Paulo e em Vitória, no Espírito Santo, o dia do Saci foi inclusive oficializado.
O presidente da Sociedade dos Observadores de Saci (Sosaci), Mário Cândido, explica porque as histórias do negrinho de uma perna só, com um gorro vermelho e cachimbo, estão cada vez mais despertando interesse.

No Brasil, nos últimos anos, vem ganhando terreno a comemoração do Dia do Saci, em 31 de outubro, para valorizar a cultura de raízes do Brasil. No Estado de São Paulo e em VitórApesar da intervenção espanhola, a versão mexicana da celebração aos mortos manteve muitos traços indígenas, passando a ser respeitada nos outros países católicos da região.

ia, no Espírito Santo, o dia do Saci foi inclusive oficializado.
O presidente da Sociedade dos Observadores de Saci (Sosaci), Mário Cândido, explica porque as histórias do negrinho de uma perna só, com um gorro vermelho e cachimbo, estão cada vez mais despertando interesse.

A Sosaci conta com sócios em diversos Estados brasileiros e até do exterior. A fundação da sociedade ocorreu em 2003 na cidade histórica de São Luís do Paraitinga, no Estado de São Paulo, próximo a Taubaté, terra do escritor Monteiro Lobato, que, com o Sítio do Pica-Pau Amarelo imortalizou personagens da nossa mitologia.

Calendário celta
No antigo calendário celta, o 31 de outubro era o último dia do ano, quando o verão chegava ao fim. O gado era levado dos campos aos estábulos para passar o inverno.

Os celtas acreditavam que nesse dia, os espíritos dos mortos podiam abandonar os cemitérios e se apoderar dos corpos dos vivos e ressuscitarem.

Para afugentar aos mortos, os celtas sujavam as casas e colocavam ossos e outros objetos para repelir visitantes.

Com a expansão do Império Romano, a influência da Igreja Católica também chegou ao território dos celtas. Roma decidiu converter a festividade local, pagã, em festa católica. Com a expansão do catolicismo, faltava dia no calendário para venerar cada santo. Assim, foi instituído o primeiro de novembro como o Dia de Todos os Santos, para comemorar a todas as figuras sagradas de menor importância.

América Latina
Os povos nativos da América Latina cultuam os mortos no continente há pelo menos três mil anos. Os astecas e maias, entre outras civilizações, celebravam a vida dos ancestrais e conservavam crânios como símbolo da morte e do renascimento.

Na tradição asteca, as festividades, atualmente conhecidas como Dia dos Mortos, eram celebradas durante um mês, começando no princípio de agosto.

Os espanhóis mudaram a data festiva para o princípio de novembro para coincidir com as comemorações católicas do Dia de Todos os Santos e de Finados.

Enquanto em outras sociedades as pessoas se limitam a arrumar as tumbas de seus entes queridos e participar de uma missa, os mexicanos não medem esforços para fazer da data uma ocasião para uma imensa celebração. Constroem altares, muitos deles verdadeiras manifestações artísticas, e preparam grandes quantidades de comidas e doces típicos, acompanhados de bebidas fortes. Os mexicanos veneram, satirizam e comem a morte nesse dia.

Quem não quer reconhecer seus pecados ata-os às costas como uma mochila e põe em evidência os pecados dos outros. Não por diligência, mas por inveja. Acusando o próximo, procura esquecer a si mesmo.
(Santo Agostinho)




Observei muitas vezes que as pessoas mais críticas são aquelas que têm em si um grande vazio espiritual. Chego a perguntar-me se determinadas pessoas (à semelhança de ideologias como o marxismo) não sentem necessidade de fabricar inimigos para poderem existir, precisamente por ser enorme o seu vazio interior.
(Jacques Philippe)




Não faças crítica negativa; quando não puderes louvar, cala-te.
(Josemaria Escrivá)




Viver é difícil. É preciso resistir. E é preciso, também, ter luz e força: saber o que fazer e ser capaz de o fazer. E nós, que às vezes nos juntamos e falamos das fraquezas dos outros, temos estado também em situações que nos pediam algo de valentia, dignidade, coerência com o que pensamos. E nem sempre fomos capaz de fazer o que devíamos ter feito.
(Paulo Geraldo)




Quando apontares com um dedo, lembra-te de que outros três dedos teus apontam para ti.
(Provérbio inglês)




A coisa mais difícil do mundo é conhecermo-nos a nós mesmos, e o mais fácil é falar mal dos outros.
(Tales de Mileto)




As crianças têm mais necessidade de modelos do que de críticas.
(Joubert)




Não encontre defeitos, encontre soluções. Qualquer um sabe queixar-se.
(Henry Ford)




Agrada-nos a franqueza dos que nos apreciam. À franqueza dos outros chamamos insolência.
(André Mourois)




Procuremos acender uma vela em vez de amaldiçoar a escuridão.
(Provérbio chinês)





Não devemos dar demasiada atenção ao que os críticos dizem. Nunca foi erguida uma estátua em honra de um crítico.
(Sibelius)




O verdadeiro rebelde é aquele que propõe alternativas.
(Julián Marías)




As palavras são anões; os exemplos são gigantes.
(Provérbio suíço)




Por que razão, ao julgares os outros, pões na tua crítica o amargor dos teus próprios fracassos?
(Josemaria Escrivá)




A crítica é o prazer de compreender os espíritos, não de os ensinar.
(Sainte-Beuve)




Não és bom porque te louvam, nem desprezível porque te censuram; és o que és, e o que poderão dizer de ti, não te fará melhor do que vales aos olhos de Deus.
(Autor desconhecido)




Amargo destino o daquele que é compreendido e que é levado em triunfo e lhe agradecem e o honram e o enchem de bens. Em breve se satisfaz com uma pretensão vulgar e troca as suas noites de estrelas por mercadorias. Esse homem era mais rico, mais nobre e mais maravilhoso do que os outros, era senhor da sua solidão. Por que vem ele submeter-se à opinião dos sedentários?
(Saint-Exupéry)




Se compreendêssemos, nunca mais poderíamos julgar.
(André Malraux)




A melhor coisa que se pode fazer a alguém é levá-lo do erro à verdade.
(S. Tomás de Aquino)




A natureza concedeu aos grandes homens a faculdade de fazer e aos outros a de julgar.
(Vauvenargues)




Faça o que pode, com o que tem, onde estiver.
(Roosevelt)




O maior erro que um homem pode cometer é viver com medo de cometer um erro.
(Hebbard)




A verdade nunca é injusta; pode magoar, mas não deixa ferida.
(Eduardo Girão)




Discordo daquilo que dizes, mas defenderei até à morte o teu direito de o dizeres.
(Voltaire)




O mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio a ser salvos pela crítica.
(Norman Vincent)